Desisto de achar que posso, quando não posso
Desisto de começar de novo, o mais novo desgosto que vem a calhar.
Desisto de sentir a dor que não mata, mas deixa marcar.
Trago o fim mais próximo, porque quanto mais perto ficar, mais tenho a me conformar.
Chega de poesias, já raiou o dia e eu desisto de ir te buscar.
Hoje na minha meta, NINGUEM, NINGUEM é poeta por saber rimar.
Chega, nossos descaminhos, sempre andamos sozinhos, e o melhor mesmo é se afastar.
Quero que você se Dane.
Porque no fundo a gente se engana, e não é assim que eu quero te amar.
domingo, 18 de maio de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Brigas
Veja só, que tolice nós dois, brigarmos tanto assim.
Se depois, vamos nós a sorrir, trocar de bem o fim.
Para que? maltratarmos o amor, o amor nao se maltrata não.
Para que? Se essa gente o que quer, é ver nossa separação.
Brigo eu, Você briga também, por coisas tão banais
E o amor em momentos assim, morre um pouquinho mais.
E ao morrer, então é que se vê, que quem morreu
FUI EU E FOI VOCÊ
Pois sem amor.
Estamos sós.
Morremos nós.
Se depois, vamos nós a sorrir, trocar de bem o fim.
Para que? maltratarmos o amor, o amor nao se maltrata não.
Para que? Se essa gente o que quer, é ver nossa separação.
Brigo eu, Você briga também, por coisas tão banais
E o amor em momentos assim, morre um pouquinho mais.
E ao morrer, então é que se vê, que quem morreu
FUI EU E FOI VOCÊ
Pois sem amor.
Estamos sós.
Morremos nós.
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