domingo, 18 de maio de 2008

DESISTO

Desisto de achar que posso, quando não posso
Desisto de começar de novo, o mais novo desgosto que vem a calhar.
Desisto de sentir a dor que não mata, mas deixa marcar.
Trago o fim mais próximo, porque quanto mais perto ficar, mais tenho a me conformar.
Chega de poesias, já raiou o dia e eu desisto de ir te buscar.
Hoje na minha meta, NINGUEM, NINGUEM é poeta por saber rimar.
Chega, nossos descaminhos, sempre andamos sozinhos, e o melhor mesmo é se afastar.
Quero que você se Dane.
Porque no fundo a gente se engana, e não é assim que eu quero te amar.

sábado, 17 de maio de 2008

Brigas

Veja só, que tolice nós dois, brigarmos tanto assim.
Se depois, vamos nós a sorrir, trocar de bem o fim.
Para que? maltratarmos o amor, o amor nao se maltrata não.
Para que? Se essa gente o que quer, é ver nossa separação.
Brigo eu, Você briga também, por coisas tão banais
E o amor em momentos assim, morre um pouquinho mais.
E ao morrer, então é que se vê, que quem morreu
FUI EU E FOI VOCÊ
Pois sem amor.
Estamos sós.
Morremos nós.